VPN, ou Virtual Private Network (Rede Privada Virtual), é na verdade uma rede privada criada sobre uma infraestrutura pública. Basicamente, e resumidamente, é isto.

Agora, esmiuçando mais as coisas, digamos que uma VPN é, também, uma forma de proteção para usuários da web, estejam eles em suas casas ou em seus escritórios ou empresas.

Uma VPN faz uso da infraestrutura pública da internet para conectar o usuário a redes distantes, a redes remotas. Você pode se conectar, por exemplo, a servidores nos Estados Unidos.

A servidores na República Checa, também. Na Inglaterra. Na França, no Peru, em países os mais distantes possíveis, como Índia, Singapura, Japão, Austrália, Coreia do Sul, etc.

Tudo depende do provedor que você contratar para lhe fornecer o serviço de VPN, dos servidores que ele possui e dos locais no mundo onde o mesmo conta com tais servidores.

Servidores

Uma VPN cria uma espécie de túnel seguro, entre a máquina do usuário e o servidor no qual ele se conecta, criptografando todos os dados e só à partir daí “liberando” o acesso à grande rede.

Digamos que uma VPN seja como uma espécie de “pacote” que protege algo de ser identificado por terceiros. Um “pacote” que é impossível, também, de ser interceptado.

Em tal sistema, temos um intermediário atuando (o provedor do serviço, com seus respectivos servidores), o qual é, portanto, o responsável pela criptografia dos dados enviados e recebidos.

Uma VPN, além disso, também garante anonimato total na web. Seu endereço IP, por exemplo, bem como detalhes a respeito do dispositivo utilizado na conexão, são mascarados, substituídos pelos do provedor do serviço.

Isto sem falar, obviamente, na localização geográfica: para todos os efeitos, sua localização será a mesma do servidor que você escolher no momento da conexão à VPN. Ou seja, você não será exposto de maneira alguma.

Para que serve uma VPN?

Basicamente, uma VPN é capaz de proporcionar maior proteção ao usuário de internet. Trata-se de algo bastante interessante, aliás, quando falamos em segurança da informação.

Além disso, conectando-se, por exemplo, a uma rede/VPN nos Estados Unidos ou no Canadá, você “pega emprestado” um endereço IP de tal rede.

Um endereço que não é o seu, de verdade, digamos. Assim você também pode mascarar seu IP verdadeiro, bem como sua localização.

Além disso, uma VPN conta com tráfego de dados criptografado (AES 256-bit, por exemplo), como já mencionado acima, o que significa que hackers não conseguirão de maneira alguma obter acesso àquilo que você está fazendo.

VPN

Portanto, fica fácil perceber que uma VPN é bastante útil para acessar bancos online (internet banking), por exemplo. Ou para realizar compras online, em transações que exijam dados sensíveis, como por exemplo números de cartões de crédito.

VPNs são muitíssimo mais baratas que links dedicados, por exemplo, e seus usuários ainda desfrutam, geralmente, de softwares específicos que fazem todo o “trabalho pesado”: você abre o programa da VPN, digita seus dados de login e pronto. Está conectado!

Rapidamente você se conecta à VPN desejada, e pode então navegar na internet com ainda maior segurança.

Trabalhando em home office, também, é bastante interessante utilizar a tecnologia, principalmente se você acessa máquinas remotamente. Uma VPN de qualidade, além disso, não reduz a velocidade de sua navegação, vale ressaltar.

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Continuando

Tudo bem que, ao contrário de um link dedicado, as VPNs, baseadas em infraestruturas públicas, nas quais geralmente existe uma quantidade imensa de tráfego de dados, podem acabar não passando muita segurança ao usuário.

Mas é preciso mencionar novamente a criptografia: qualquer VPN que se preze conta com criptografia de ponta a ponta, ou seja, seus dados, sua navegação, suas informações importantes, estarão sempre à salvo.

Exemplos de serviços de VPN

Geralmente, para utilizá-las, é preciso pagar para obter acesso às suas respectivas redes. Geralmente, também, existem aplicativos cliente, os quais tornam o processo de conexão extremamente simples.

Como exemplos de VPNs excelentes temos, por exemplo, a ExpressVPN e a Surfshark (publicarei reviews de ambas em breve).

Atualização 23/05/2020: review da ExpressVPN já publicado.

Para utilizar tais VPNs, basta um computador conectado à internet. Abrindo os respectivos aplicativos de qualquer uma das duas (ou até mesmo de uma outra VPN), você se conecta, então, à rede remota segura, com toda a segurança e desfrutando inclusive de criptografia de ponta a ponta.

É algo bastante simples e rápido. Além de proporcionar mais segurança, privacidade e anonimato.